E lá vamos nós de novo, outra vez...

Casa nova. Criar um novo blog (ou con­tinuar com o BN) não era um plano. Não mesmo. Porém, cá estou. Tudo novo mas com aquela velha per­gunta na cabeça: “e agora, faço o quê?”.

Ter um blog já encheu meu saco. No duro. Passou a no­vidade, a época de ouro e, sei lá a razão, não gosto mais desses textos or­ga­ni­zados por dia, como num diário de bordo. Passam os anos e es­crever no blog vira um tra­balho ma­çante, quase tanto quanto ler blogs. Essa gente perdeu a ti­midez, até de­legado da po­lícia fe­deral tem blog pra ficar se jus­ti­fi­cando. Quando algo desce a tal nível, melhor esquecê-​la ou in­ventar alguma forma de melhorá-​lo.

Mas como rein­ventar o Breves Notas? Dá um baita tra­balho, isso eu digo. Antes de mais nada, é preciso des­cobrir o foco do novo projeto. É di­fícil. Não vou criar um site bem fácil, como os que falam de iPods ou com­pu­ta­dores. Muito menos ficar fa­zendo clipping de no­tícias. A minha vida é tão banal que dá sono em mim, por­tanto, nada do dia-​a-​dia desse ve­lhaco ra­bu­gento. Pronto, es­go­taram os as­suntos para um “blog”. Sobra alguma coisa? Claro que sim.

Sobra muito ainda. E or­ga­nizar esse “con­teúdo caótico” da minha cabeça se torna um bom de­safio. Marcar cada coisa com ca­ne­tinha co­lorida para não perder o fio da meada.

Bom, vou sentar o meu sofá, acender um ci­garro e tomar um uísque para es­perar que a res­posta apareça na minha frente. E sim, essa é a melhor forma de se achar res­postas. Se você tem uma boa per­gunta, ela acaba apa­re­cendo mesmo, assim, do nada. Stay tuned.

Leia Também:

0 Comments

  • Douglas Donin disse:

    Pois é, Le­febvre. Eu também já enchi o saco de blog há muito tempo. Maçou. Ba­na­lizou. Já pensei em apagar o meu e sumir da “blo­gosfera” completamente.

    Mas… tem uma parte de mim que, idi­o­ti­ca­mente, quer ser o super-​blogueiro-​famosão. O Inagaki da vida. A mesma parte que me faz vigiar as es­ta­tís­ticas de acesso, ve­ri­ficar quem linka para mim, estas merdas.

    Mas é bom. tem certas horas que você olha em volta e percebe que ninguém vai dar a mínima para o que você quer dizer, só aquele nicho es­pe­cífico de pessoas que lêem seu blog.