Miss Saigon, aqui, é apenas mais um espetáculo vulgar (muito vulgar), apelativo e caro. Sinto como se ainda vivesse em 1700, quando os Ingleses nos vendiam esquis no Rio de Janeiro. Um par de esqui é bem bonito, mas qual é a utilidade para nós? E para arranjar alguma forma de se mostrar, e de mostrar o tamanho do poder aquisitivo, alguns brasileiros fazem coisas bizarras. Miss Saigon é uma delas. Miss Saigon é uma experiência humana bizarra.
Agora eu entendo a razão dela ter ganhado o Grammy. Sei porque ela foi a primeira artista a ter 4 singles no topo da parada. Ao vivo, é muito bom. Pena que nem sempre podemos ver grandes shows no país dos nambiquaras. Pior do que isso, não ter acesso a certas coisas, cria em você preconceitos bobos e idiotas. Cyndi Lauper é demais, e escrevo embaixo.
Eça é muito bom. Hoje me dia não é muito admirado pelo público em geral porque a descrição deixou de ser valorizada. Hoje, ninguém precisa de detalhes minuciosos para imaginar uma estrada na China, ou um prédio em ruínas em Paris.
Antes de mais nada, devemos observar que Marcos Bagno de A NORMA OCULTA não é um professor interessado em desenvolver o senso crítico de ninguém. Ele está mais para um combatente. Está em guerra com os gramáticos. E como das guerras só saem perdedores, Bagno destrói tudo e a todos, não deixando pedra sobre pedra para a democracia que visa instaurar. Na tentativa de acabar com um preconceito real, ele impossibilita o leitor de adquirir algo muito mais importante do que um simples panfleto doutrinário: pensar direito – a única arma eficaz contra o mundo injusto traçado pelo autor.
Eu detesto os livros da Clarice, desde que li o primeiro. Sempre vi neles não uma escritora, mas apenas uma autora, talentosa, que não queria ir até onde poderia. Mas eu tinha algo em comum com ela, o dia do nascimento. Ela nasceu no dia 10 de dezembro, eu no dia 11. Por essa “proximidade”, sempre me interessei mais pela sua vida do que por suas obras. Pode imaginar quão problemático é desgostar de uma das “escritoras” mais importantes do Brasil? Ainda não é fácil.
Voltando ao assunto do post anterior (depois de ter a fonte do meu ibook queimada), retomo a história das minhas queridas guitarras. Hoje, um pouco acima do teor alcóolico recomendado para escritores. Mas quem aí se importa, tive uma ótima noite.
Bem, minha penúltima aquisição foi um violãp de aço EAGLE. Óbvio, nada muito profissional, [...]
Heath Ledger filho de uma p… Toda essa ladainha sobre o Coringa do Cavaleiro das Trevas e o desgraçado baseou o personagem na atuação do Gary Oldman em Léon (aka O Profissional).
Assista a cena do assassinato do apartamento. Os tiques de boca estão até no mesmo timming. Preste atenção na parte em que o Gary [...]
Eu tenho algumas guitarras. Gosto de dar nomes a cada uma. Eu gosto de dar nomes para quase tudo que eu tenho e prezo de alguma forma. No caso dos instrumentos, reza a tradição do blues que precisa ser um nome de mulher. Adoro essas lendas e crendices do estilo. Por isso mesmo resolvi seguir.
Mas [...]
Não vou escrever resenha sobre o novo filme do Batman. Existem ótimas pela internet, e outras terríveis. Para que me dar o trabalho de repetir coisas que já foram muito bem feitas?
Primeiro, o Douglas Donin fez uma sátira de como a esquerda verá o filme. Pode conferir os brios feridos lá nas bandas do Interney. [...]
Acabo de ler I Am Legend, o livro. Também acabo de ver o filme I Am Legend. Sério, basta ser meio homo para ter uma carreira de sucesso em Hollywood? Penso que a vida na cidade das ilusões pode ser bem fácil para os que jogam no outro time. Nunca vi uma adaptação tão tosca [...]