
Gilmar Mendes e Eliane Cantanhêde e Carlos Marchi
O Roda Viva, da TV Cultura, entrevistou o Ministro do Supermo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. Bons convidados sempre dão bons programas. O Ministro nada mais fez do que repetir tudo aquilo que já disse, e que é solenemente ignorado pelo jornalismo de esquerda do Brasil. Como parte do espetáculo estava Eliane Cantanhêde, jornalista da Folha de São Paulo.
Nada de novo no front. Gilmar Mendes repetiu tudo aquilo que sempre diz. O Estado de Direito deve ser pedra fundamental. O STF não deve julgar de acordo com a opinião pública, e sim pelos fatos no processo. Tudo que um estudante de direito civilizado deveria saber antes de entrar na faculdade. Mesmo assim, precisou repetir tudo de novo, toda vez que Eliane Cantanhêde abria a boca.
Bons juízes precisam de boa educação, boa cultura e, claro saber ler. Eliane Cantanhêde também precisava essas coisas para ser, sei lá, até um ser humano civilizado. Mas a camisa vermelha queima a retina mostra que em toda profissão há pessoas pouco qualificadas para a tarefa. Eliane Cantanhêde é uma dessas pessoas.
As polêmicas entram em pauta. Mas, novamente polêmicas são para quem nada entende do judiciário, como Eliane Cantanhêde. Ou para quem não tem moral, nem mesmo escrúpulos (e gostam de escrever Cartas…). As respostas não foram novas, foram apenas reprise daquilo que já se viu nos julgamentos. Uma hora e meia de repetecos. Parece que os jornalistas Márcio Chaer, editor do site Consultor Jurídico, Reinaldo Azevedo, articulista da revista Veja e do Blog Reinaldo Azevedo, Eliane Cantanhêde, colunista do jornal Folha de S. Paulo, Carlos Marchi, repórter e analista de política do jornal O Estado de S. Paulo quiseram ouvir de novo a maravilhosa voz de Gilmar Mendes.
Conteúdo, mesmo, nada. Faz parte desse mundo de jornal brasileiro.
Espantou-se quem não lê o Reinaldo Azevedo, quem não conhecia suas opiniões. Quem não lê, não deve ter entendido nada. Mas tudo bem. Faz parte desse povo brasileiro.
Nem meus amigos advogados estavam assistindo ao programa. Vergonha, né, já que a vida profissional deles têm tudo com o STF. Mas tudo bem. Faz parte desse judiciário brasileiro.
Espanta-me é Eliane Cantanhêde. Gostei de vê-la repetir suas asnices em rede nacional e ser tratada, bem, como um asna. Bobagem deve ser respondida com bom-senso, com a austeridade de quem é superior ao ser que teve a ousadia de perguntar besteiras. Não, ela não tem a prerrogativa de não saber. Na profissão dela, é fundamental informar-se antes de qualquer entrevista. Mesmo assim ela usa essa “desculpa”. É uma vergonha para a profissão. Não é uma vergonha para a Folha de São Paulo.
Gilmar foi educado, mesmo diante disso tudo.
Márcio Chaer não é muito articulado, ou estava nervoso. Tentou colocar bons questionamentos, mas faltou clareza nas perguntas. Antes delas, fazia uma introdução sem cabimento. Não sei se era sua intenção informar os tele-espectadores ou o Ministro. Espero mesmo que tenha sido a primeira. Mas tudo bem.
Reinaldo Azevedo e Carlos Marchi eram as promessas. Entretanto, suas perguntas visavam esclarecer as matérias irresponsáveis publicadas em diversos jornais, especialmente como as da Eliane Cantanhêde na Folha de São Paulo. Estou me repetindo demais. Enfim, eles deveriam ter esquecido a Eliane Cantanhêde e sua turma. Ela própria conseguiu ser o elemento cômico do programa.
Eliane Cantanhêde quis repetir suas colunas de fofocas na frente do Ministro. Levou umas “palmadelas na bunda” (função que deveria ter sido desempenhada por seus pais). Assim como uma criança que diz besteiras, Eliane Cantanhêde repetia seus bordões prediletos vindo do manual da esquerda chic brasileira. Assim como um pai severo, mas atencioso, Gilmar Mendes dizia a Eliane Cantanhêde que isso ou aquilo era uma bobagem. Muitas coisas nem precisavam ser respondidas. Eliane Cantanhêde repetia que só “preto, pobre e prostituta” fica preso. Eliane Cantanhêde não sabia que era Gilmar Mendes o homem responsável pela tentativa de acabar de uma vez por todas com esses erros. Eliane Cantanhêde não sabia que Gilmar Mendes era responsável por tirar os “pretos, pobres e prostitutas” da cadeia. Será que as ONG de “pretos, pobres e prostitutas” processarão Eliane Cantanhêde por usar essas palavras ao invés de “afrodescendente, economicamente limitados e profissionais da vida noturna”?
Gimar Mendes tem mais a oferecer. Mas não num país como o Brasil. Ao invés de saber mais sobre as idéias do Ministro, foi mais importante assuntos como Daniel Dantas, Protógenez, Habeas Corpus, e cordão de ouro, tudo por causa da Eliane Cantanhêde. Deve-se ignorar gente como Eliane Cantanhêde. Eles contaminam o ambiente com suas deficiências e limitações. Uma pena para quem ficou acordado, e agora precisa de colírio para diminuir a dor da camisa vermelha de Eliane Cantanhêde.
Maldita televisão de alta-definição.

Gilmar Mendes
PS: Para completar, nem preciso comentar a “cobertura” dos “twitteiros” Juliana, Aloisio e Sam, não é?